segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Let it roll all night looong !!

Não só de Rock'n'Roll a Backstage é movida, mas por sustos e trancos também.
Era uma quarta feira, um dia tenso porque no dia seguinte teríamos uma daquelas provas que só o "Chico Xavier" resolve. Mari estava concentrada nos mols qdo o celular tocou.

-Alô?
-Oiiiii Maaaaaaaaaari! aqui é o Douglas de Cambuquira!

-Douglas?
-É, eu sou sócio do bar da Simone, a gente queria que vocês tocassem aqui no sábado, topam?

Momento de frio no strombo. Nessa hora tem sempre um capetinha e um anjinho: o capeta diz que sim e o anjinho diz que não. Mas é claro, escutamos o capeta e sim baby, iríamos tocar no sábado, só não sabíamos como. Na quinta já estávamos com 15 músicas tiradas e na sexta ensaiando. No sábado combinamos de repassar as músicas de tarde, até que na hora do ensaio descobrimos que teríamos que pegar a bateria na puta que pariu, e detalhe: a pé. Um sol do caralho, uma fome desgraçada e cada um com uma parte da bateria maior que uma pessoa. Banda de pobre é foda, o que um carro não faz nessas horas... Depois de muito stress todos foram pra casa e 6h todos esperando a van. Arranjamos um motorista rock'n'roll e ao som de Black Sabbath e da gaita do nosso amigo Jordão, partimos.
Pousada da Fonte. Esse era o nosso destino. Um bar no meio da estrada com um ar meio rústico, uma parada no meio do mato mesmo. Quando chegamos aparece uma mulher meio hippie e um cara meio "Cazuza". Fomos parar no refúgio dos hippies hahaha. Enquanto os homens assistiam futebol, nós fomos pra sinuca.
Devia ser quase meia noite e o bar começou a encher, a lotar, literalmente entupir de gente. Foi aí que Backstage entrou em ação. Ok girls, Let's fucking go!
Abrimos com Whole Lotta Love, a galera toda levantou das mesas e foi parar lá na frente. You need cooooling, baby!! Foi uma sensação louca de alívio por estar dando tudo certo, de loucura por estar louca, de felicidade por estar ali, uma adrenalina que não tem explicação, só quem faz e sente o rock'n'roll pode saber. Depois um blues: She's got the jack! We got the jack, baby! Nada como a sensualidade do blues para mexer com a alma de qualquer um. Rolou Twister Sister (com dancinha especial da Academia da Mari), The Doors, Sabbath, Barão... E todo mundo entrava na roda. Aqueles improvisos que são pra ser de 2 minutos, mas sem querer se transformam em 10.
A cada gole de cerveja, a cada bend, a cada virada da bateria, a cada grito no microfone eu tinha mais certeza de que aquele era o dia mais feliz da minha vida. Tocar com as pessoas que eu mais amo e para os fiés fãs do rock'n'roll. Let it roll all night long!
Foram 3h de show. Apesar da vontade de não parar, o cansaço foi maior. Juntamos nossas coisas fomos pra van. Enquanto a Mari dava uma de sumida e o motorista que estava bêbado, repito, BÊBADO, pegava a mulher no mato, eu sentei na estrada com o Rodrigo e o Zeca e ficamos discutindo algumas maluquices. Depois do aparecimento de todos e do estado do motorista ter melhorado um pouquinho, fomos embora de vez. E voltamos então ao som da coletânea do SL Rock City pensando na noite mais louca de todas.
Temos que agradecer ao Jordão que apesar do pouco tempo de convivência, foi um puto amigo pra gte. Valeu demaaais a despedida! Ao Delsinho que foi o nosso empresário, e que se não fosse ele nada disso teria acontecido. Nosso eterno fã :D
Ao William que quebrou um galho na batera pra gente e a todo mundo que conhecemos lá...Gabby, Zack, Rodrigo, Robson, valeu msm! E Eriiiiich, desculpa pela bateria! kkkkkk

" ... A nossa vida é o rock'n'roll ... "


-Postado por Amanda-

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Do it! SL ROCK CITY parte II

Backstage no palco.
Mari nos vocais, Stess nas 6 strings, Ana on the bass, Amanda também nas 6 strings, Rafael on drums e participação do Rodrigo cantando.
"AEEEEEEE! *palmas* uhuuuuul Rock and roooooooll! Gostosaaaas! Lindoos!"
Ok, ok, vamo deixar o exageiro e as viagens de lado.

Foi foda! A abertura foi um tanto estranha e engraçada, colocamos o clássico "Also Sprach Zarathustra" (poema sinfônico composto por Richard Strauss, inspirado no tratado filosófico escrito por Friedich Nietzche. Sua introdução tornou-se muito conhecida por ter sido usada como tema musical em filmes) em uma versão pesada do Dream Theater pra dar um efeito enquanto a cortina ficava fechada. Mas todos no público se olhavam com cara de quem não estava entendendo nada, acho que nem deu pra desconfiar que era uma abertura. hahahahaha
-Caio, corta o som!
Bizarrices a parte, o show continua.
Começamos com Metal Gods. Judas Priest é um bom começo, refrão grudento também. "Meeeeeeetal Gooooooods!" Imendamos com o clássico Born to Be Wild com direito a um tempinho pra improviso, mandamos a bluesística Roadhouse Blues com a ilustre participação de Jordão e Osmar nas gaitas. Let it Roll! Ace Of Spades levantou e fez bastante gente bater cabeça num rock'n'roll thrasher estilo machão. Whole Lotta Love foi foda, com minutos de viagens intrumentais e gemidos "plantzísticos". Seguimos com Wasting Love, um balada pesada que fez com que todo exército do metal acompanhasse e cantasse quase colocando o fígado pra fora. Claro que não podiam faltar os pais do Heavy Metal, o nosso respeitoso Black Sabbath. Óbvio que mereciam algo especial, mas nem tanto. Era War Pigs, que no início, toca uma sirene estilo Silent Hill. É a marca da música, não há ninguém que ouça a sirene e não diga: PORRA!! WAR PIGS!! E a banda tinha começado a tocar sem ela. Todo o meu corpo, fibra por fibra, gritava por dentro, pulava, esperniava querendo a tal sirene, me bateu um desespero. Poxa, no começo ia ser uma sirene estilo polícia, mas o pessoal ia começar a correr e tive muito trabalho para conseguir a sirene certa, agora tem que ter!
"-PAAAAAAAAAARA A MÚSICA, PAAAAAAAAAARA GENTE!"

Bom, por mais que eu tenha me arrependido e tenha aprendido a lição pra nunca mais parar uma música na vida, a bosta tava feita.
"-Coloca a sirene, coloca a sirene!!"
Todos pararam, me fuzilando com o olhar, transbordando ódio, querendo me matar com 1200 facadas e estuprar todos os buracos depois.
Ana : "-Ah, vacilo."
Amanda: "-Ah, Puta que pariu!"
Rafael: (??)
Mari: "-Coloca a merda da sirene, Caio!"

-UOOOOOOOOOOOOOOOONNNNN-

-PORRA, STESS!!
Mari e eu começamos a discutir. Discutir no palco. O detalhe é que ela dizia tudo no microfone, atraindo o olhar de todo público que apreciava aquilo sem entender, pensando ser umas estratégia de palco pra prender a atenção, ou babaquice mesmo, sei lá.
Rockstars costumas brigar. Quando banda já é meio desgastada e no meio de um show surge uma discussão. Mas era o nosso primeiro show, nossa primeira vez juntos. Foda! Mas era muita tensão pra pouco tempo e todos estavam um tanto sobrecarregados, então uma hora tinha que explodir.
Anyway, continuamos a música. Começo foi ruim, clima ruim. Mas depois tudo ficou bem e foi ótimo!
Fechamos com War Pigs mesmo. First time is always unforgettable.

Agora uma dose direto do alambique do Sr. Jack! No palco, Alexandre Zamat nas guitarras, Laís na bateria e Henrique no contra-baixo. Um trio foda! Mandando uma blueseira de primeira. Muito feeling, de dar inveja a qualquer bluesman do Mississipi. Todos, sem exceção, adoraram.


Enquanto isso, lá em baixo, a Casa da Cultura estava lotada, estava insaaane! Pessoas estranhas, pessoas normais, headbangers, blueseiros, clássicos, velhos, novos... e bebida, muita bebida! Estavam proibídas, mas quem disse que a gente consegue segurar?! Garrafas de Vodka vazias pelo chão, pingas, heinekens, skols...
Em algum canto podia se observar um coitado vomitando, em outro, garotas se pegando. Oh God, no NOSSO festival isso, hahaha, mas foi inevitável...
Eu estava tranquila andando por aquele lugar, observando as pessoas e as coisas acontecendo, o Rodrigo cuidando da mesa de som todo feliz como se tivesse ganho um brinquedo novo, as pessoas estranhas pulando e gritando como dementes, outras tomando cerveja e curtindo o som, e eu rindo de felicidade por tudo ter dado certo e ter sido melhor do que eu esperava, sem nada dar errad... OPA! O Cubo de baixo queimou!! AHHHHHHHHH *berros* desespero!! Não era nosso, era emprestado do Gilson.
"-Puta merda, o Gilson vai matar!!"
"-Caralho, estamos fodidas."
"-Será que o dinheiro do festival paga o concerto?"
"-Ahhhhhhhhhh!!"
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O Backstage do festival oscilava, ora cheio, ora vazio... músicos se aqueciam, conversavam, tiravam fotos, só alegria :D Lembro de uma hora em que Amanda entrou com o saco de dinheiro dos ingressos. Zamat, eu e Mari sentados no chão. Ah! Sabe aquela cena que todo mundo sonha em fazer de encher a mão de nota e ficar jogando pra cima? Fizemos! haahahha WE ROCK.
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E já que todos se embriagaram de blues pelo Jack Alambique, hora de um momento mais relax. Bru e Eddy fizeram um momento Woodstock. Som acústico, todos abraçados (e bêbados) cantando as músicas e balançando de um lado pro outro numa sincronia torta e desajeitada mas que comoveria qualquer um.


Pra fechar, Suicide Ox, que não ia tocar por motivos "frescurais" mas resolveram tocar de última hora. Mandaram um acústico. E rolou Bon Jovi, CLARO!
Alex avisa que o tempo já tinha esgotado faz um tempinho e que era pra gente acabar.
THE END! Festival encerrado. hora de juntar as coisas e ir! Pegamos as coisas, deixamos os equipamentos no Erich, combinamos que faríamos o concerto do cubo na segunda e GONE!
Não pra casa, mas sim pra AFTERPARTY. Sim, Afterparty! Todo Rockstar tem direito a uma festa depois do show, nós também temos :D Conseguimos a casa emprestada das meninas que moram em uma cidade vizinha, mas tem casa aqui pq estudam e que nos fins de semana fica vazia. Parada no caminho pra comprar bebidas.
Abrimos a porta e a primeira coisa que fizemos foi subir pro quarto, trancar a porta e contar o dinheiro.
"-Nooossa, Mari! Quantas oncinhas!"
Nossa, muito dinheiro, muito muito dinheiro. Pra mim era muito hahaahahaha Era o resultado do NOSSO trabalho, do NOSSO esforço, do NOSSO festival. Separamos a porcentagem da casa da cultura, um valor aproximado pro conserto e ainda sobrou bastante pra Máfia. WE ROCK.
E como no Detroit, o SL Rock City acabou pefeitamente bem. Mas ao invés de 4 caras fazendo de tudo pra ir num show do KISS, foram 3 garotas fazendo de tudo pra um festival dar certo.

Queria fazer uns agradecimentos especiais aqui.
ROTARY: Foi o único patrocinador. hahahaha 50 reais pode não ser muita coisa para algumas pessoas, mas pra nós foi algo tão grande e valoroso como o pib da Europa. Obrigada de verdade!
LUCAS: Lucas, nosso design :D Você é foda e tem um talento do caralho. Além de uma bondade sem fim, obrigada pela arte dos cartazes/ingressos de graça!
ABRAHAM: Obrigada por tudo, vc é o nosso mestre. Você plantou a sementinha musical na gente, você ensinou tudo que sabemos. Obrigada pelo apoio e por toda ajuda. E obrigada por ficar colocando e tirando a distorção nas músicas! hahahaha
RODRIGO: Mesmo sem tempo nos ajudou muito do começo ao fim e não faltou aos ensaios. Foi um prazer grande ter você no palco. Obrigada por cuidar da mesa de som como se fosse sua filha, por emprestar os pedais e por toda a empolgação. YOU ROCK!
ERICH: Obrigada por emprestar os equipamentos! Se não fosse você nada teria rolado.
BERNADETE (Ou Margarete?!?! sempre confundo o nome dessa mulher! hahaah) Obrigada por ter liberado o espaço e ter acreditado que seria alguma coisa cultural. (Troxa /mode on) Hahahahha Brincadeira. Obrigada por ter levado nosso projeto a sério e liberado tudo!
GILSON: Sem você estáríamos "dend'água". Obrigada e desculpa pelo cubo. (O cara do conserto disse que quando abriu tava tudo sujo de barro. Ele tinha emprestado uma caixa fodida de enchente e recebeu de volta ela novinha e consertada. fdp! uahuahauh)
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LIVE LARGE, ROCK HARD.

-Postado por Stess-

domingo, 13 de setembro de 2009

Do it! SL ROCK CITY parte I

Get up! Everybody's gonna' move their feet
Get down! Everybody's gonna' leave their seat...
You gotta' lose your mind in SL ROCK CITY!

O que acontece quando a falta de oportunidade e a vontade de tocar se unem? Poxa, a gente cria! Nascia uma idéia de produzir um festival. Começou com o plano de fazer alguma coisa na casa de alguém, bem meia-boca mesmo. Com bebida e bandas tocando, total "Sexo, drogas e Rock'n'Roll". Mas a idéia foi amadurecendo e a Máfia tomou conta do negócio. Com três mulheres no poder quem disse que a coisa não vai pra frente?! Fizemos o projeto por escrito e foi aprovado. Claro que os caras da prefeitura foram um pouco enganados, acreditavam ser uma coisa cultural, bem, hm... comportada.
"Síntese do Projeto: Visa a difusão dos estilos musicais rock’n’roll e blues, através de apresentações de bandas regionais."
Com o lugar liberado fomos atrás das bandas, dos equipamentos, patrocínio, cuidamos da parte de divulgação, pontos de venda para os ingressos, contratamos segurança, conseguimos design, cartazes, ingressos feitos na gráfica e tudo de melhor que pudemos fazer.
6 bandas: BACKSTAGE (Rock'n'Roll), Jack Alambique (Rock'n'Blues), Odor Alcoolico/Velhas Virgens Cover (que infelizmente foi cancelado na última hora), Bru e Eddy (Folk), Funhouse (Rock'n'Roll), e Suicide Ox (poxa, eles tocam Bon Jovi, Smoke on the Water, Bon Jovi... e Bon Jovi também).
Marcado para o dia 4 de Julho na Casa da Cultura.

Mandamos ver nos ensaios e todos estavam com a empolgação borbulhando no sangue. O grande dia se aproximava e o *Frio no Strombo só aumentava.
Decisões e ajustes do festival eram feitos através de bilhetinhos trocados na aula. Prestar atenção? é para os fracos!
03 de Julho, passagem de som. Era dia também da entrega do trabalho de profissões, Oh God, acho que nunca fizemos alguma coisa tão porca na vida, capa feita a lápis, uma porcaria. Mas o foco era no festival. Passamos na padaria, compramos algumas Heinekens e fomos pra casa da Cultura. Mari foi pra rádio dar entrevista. Ui, tamo pop! Tudo indo bem, colocamos a bandeira atrás do palco, nossa gigante de infinitos metros quadrados que demoramos 2 dias pra fazer, decoramos, tiramos as cadeiras, organizamos o Backstage. Aí chega o Gilson.
"-Gente, se você não tiverem um multi-cabo vocês tão 'dend'água'. "
"-Se você não arrumares tal coisa, podem esquecer."
"-Se não tiverem aquilo, vai ficar tudo uma porcaria."

Holy Shit, nunca fiquei tão apavorada na vida. A concentração de adrenalina no sangue ia se multiplicando a cada segundo que passava. 90% das coisas eram exageiros e conseguimos resolver tudo numa boa, sem multi-cabos, sem porra nenhuma.
04 de Julho de manhã. Todos estressados. Alex (o cara que cuida da Casa da Cultura e ficou encarregado de abrir as portas) estava TRÊS horas atrasado. Uma entrada para microfones não funcionava e qualquer um quer falasse comigo ia receber como resposta um berro e um "SAI DAQUIIIIIII!". Mari parecia uma criatura evil das profundezas soltando chamas pela boca de tão nervosa. Uma das bandas diz que ia desistir porque o baterista não iria mais tocar, Felépe implicando com a posição da bandeira pq queria que ela ficasse na frente e não atrás. Uma mulher do apartamento de cima desce e diz que vai chamar a polícia se o som ficasse daquele jeito na hora do evento. God Damned, vai dar tudo errado AGORA?!?!?!?!?! E eis a resposta: não. Foi só mesmo pra dar aquela emoção, aquela sacudida. A banda conseguiu outro baterista que conhecia as músicas, chegamos a um acordo em relação a bandeira, ligamos pra polícia e fizemos eles nos garantir que o máximo que fariam era pedir para abaixar o som. Tudo certo.
Fomos pra casa, 1 hora pra tomar aqueeele banho e ficar Rock'n'Rollamente linda.
Back. As 3 mafiosas com o "uniforme da organização". A calça de couro, a blusa do SL Rock City por cima e as botas estilo Mötley Crüe.
5 horas. "Portões" abertos, som do CD rolando (gravamos uma coletânea com 4 CD's especialmente pro festival. Adiquira já a sua por apenas 9,99!), pessoas chegando. Gente que eu conhecia, gente que eu não conhecia, gente que eu nunca tinha visto... Tudo lindo! Energia perfeita.
Subimos ao palco para a abertura. Breaking The Law ecoa nos alto-falantes. No meio da música uma microfonia absurda tira o tesão de tocar, a caixa de retorno tinha caído (no pé da minha mãe, que teve que ir pro hospital e voltou pra casa com ele engessado). Tragédias à parte, o show continua. Funhouse no palco.
Felépe - guitarra / Léo - guitarra / Rayan - baixo / Dark - vocal / William - bateria




Era nossa vez, mas o Abraham não havia chegado. Não iríamos tocar sem o nosso mestre presente. Colocamos uma fantasia de porco no nosso querido Mello e apertamos o PLAY. "Abre essas pernas pra mim baby, to cansado de esperar..." Era a voz do Paulão e aquela guitarra blues que só o Velhas Virgens tem. Nenhuma música combinaria melhor com o momento do que aquela. Porco Mello começa uma dança bizarra, uma interpretação um tanto erótica e logo as pessoas começam a subir no palco. Fez um pseudo-ritual de acasalamento com uma garota que estava lá em cima. Foi putaria total, e acima de tudo, ENGRAÇASÍSSIMO! Momento sex suino, melhor parte, sem dúvida!












(Continua)
*Frio no strombo: Medo, ansiedade, nervoso, segundo a Máfia. Origem: Strobo - Máquina de soltar fumaça para efeitos especiais. - Strobo parece strombo, que lembra estômago que lembra barriga. Frio no strombo, frio na barriga.

-Postado por Stess-

sábado, 12 de setembro de 2009

KICKSTART!

Era uma vez uma Máfia. Nada de italiana, uma made in Brazil mesmo. Cujo sistema mafioso consiste em 3 regras e complexos esquemas (aka "esquemões").
Nós somos a MÁFIA.
Nossas Dirty Deeds são planejadas nos mínimos detalhes e cada movimento é friamente calculado. A Cosa Nostra está além se de ser apenas uma organização criminosa e afins, envolve amizade. Amizade verdadeira mesmo. E paixão. Paixão pela música, pelo Rock'n'Roll.
Backstage, traduzido ao pé da letra significa "Atrás do Palco". Backstage são os bastidores, são os momentos 'por trás da cortina', o Making Off. Onde os protagonistas se preparam, e onde rolam os melhores momentos depois. São famosas as festinhas no backstage. Pra nós, o significado vai além disso. Backstage é nossa organização criminosa musical. É a mistura de duas coisas extremamente prazerosas: fazer o que você quer com quem você gosta. É a banda da Máfia, a nossa banda.
Para nós, Máfia e Backstage são duas palavras que rimam, uma fusão explosiva de insanidade e paixão.


-Postado por Stess-